CÂNCER BUCAL NA REGIÃO SUDESTE BRASILEIRA: UMA RELAÇÃO ENTRE DIAGNÓSTICO E TEMPO DE INÍCIO DO TRATAMENTO


Ano de Publicação: 2024
Autor(es): Amanda Cristiane Santos Soares; Amanda Moura Dos Santos; Victor Gabriel Dias Antunes
Orientador(es): Edmilson Martins de Freitas; Michelle Pimenta Oliveira

Introdução: o carcinoma espinocelular de cabeça e pescoço é a quinta neoplasia mais comum no mundo, e seus sítios anatômicos na cavidade oral incluem: gengiva, palato duro, orofaringe, base da língua, cavidade nasal, hipofaringe, base da língua, garganta e glândulas. É conhecido, de forma ampla, que o diagnóstico precoce é importante para diminuir a chance de mortalidade. 

Objetivo: avaliar pessoas diagnosticadas com câncer de cabeça e pescoço, que começaram o tratamento dentro do período de até 30, entre 31 e 60 e mais de 60 dias. 

Materiais e Métodos: estudo epidemiológico transversal, quantitativo e descritivo, realizado a partir da análise de dados secundários com uso do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS) (BRASIL, 2019-2023). A amostra do estudo foi composta pelos estados presentes na região Sudeste do Brasil. 

Resultados: observou-se que a maior prevalência dos tipos de câncer em cabeça e pescoço foi no sexo masculino e no município de São Paulo. A maioria dos pacientes fizeram tratamento depois de 60 dias, a partir do momento do diagnóstico. 

Conclusões: os dados analisados mostraram maior prevalência do câncer bucal no sexo masculino. A maioria dos pacientes tem início do tratamento após 60 dias de diagnóstico. Ao verificar o estado, São Paulo possui o maior número de diagnósticos e de tratamentos